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Adoçantes são substitutos naturais ou artificiais do açúcar que conferem sabor doce com menor número de calorias por grama. No Brasil o açúcar vem da cana-de-açúcar, sendo composto por glicose e frutose, gerando assim a sacarose, que fornece 4 kcal/g.

Já os adoçantes são compostos por substância edulcorantes (que adoçam), esse "poder edulcorante" é medido em comparação a uma solução de sacarose e são altamente eficazes, isto é, com muito menos (ou nada de calorias), pois normalmente eles não são metabolizados pelo organismo. O "problema" é que eles tendem a deixar um sabor residual, para neutralizar essa desvantagem, os fabricantes costumam utilizar compostos de dois ou mais edulcorantes em suas fórmulas.

Os primeiros adoçantes, chamados de 1ª geração, são bem conhecidos: a sacarina, o ciclamato e o aspartame. A segunda geração é representada pela sucralose, acessulfame-k, e os menos conhecidos: alitame, neohesperidina, neonatme, taumatina e a estévia.

O que precisamos destacar é que temos adoçantes químicos/artificiais (como os adoçantes de primeira geração: (ciclamato, sacrina, sucralose e aspartame) e adoçantes naturais (frutose, sorbitol, manitol, lactose, tagalose, agave azul e estevisídeo ou stévia).

De onde vem a stévia?

Os adoçantes a base de stévia (https://www.lojarelvaverde.com.br/stevia) são obtidos da planta Stevia rebaudiana Bertoni, através do esteviosídeo, ele possui sabor doce, naturalmente seguido de um forte sabor amargo residual, por ser muito estável a uma ampla faixa de pH e ao calor, permite seu amplo uso na indústria alimentícia. O mais interessante é que a stévia já era utilizada pelos índios Guaranis para adoçar chás e bebidas medicamentosas! No Japão é o principal edulcorante alimentício, utilizado desde a década de 1970, dominando cerca de 41% do mercado, no Brasil foi aprovado em 1987 e só em 1996 começou a ser utilizado nos Estados Unidos.

A única 'dificuldade' encontrada no uso da stévia é o seu forte sabor residual, decorrente do uso exclusivo do esteviosídeo. A planta da Stevia rebaudiana Bertoni, no entanto, possui outros edulcorantes, chamados de rebaudiosídeo A, B, C, D, E e F e dulcosideos A e B, quando a planta é utilizada de forma integral, como é o caso dos produtos da Stévia Natus, além de não sofrer metabolismo no corpo humano ela também não deixa nenhum sabor residual, ou seja, sem o amargor intenso comum neste tipo de adoçante.

Na Relva Verde você encontra vários produtos diet a base de estévia da marca Stevia Natus, a empresa tem garantia de origem dos seus produtos de stévia, pois possui cultivo próprio, bem como exclusivo e patenteado processo de extração sem uso de solventes químicos.

No adoçante em sachê o veículo utilizado é a maltodextrina (extrato derivado do milho), diferentemente do mercado que em sua grande maioria utiliza lactose, cujo consumo é proibido para quem apresenta intolerância.

Referências

CARDELLO, Helena Maria André Bolini; SILVA, Maria Aparecida A.P. da; DAMASIO, Maria Helena. Análise descritiva quantitativa de edulcorantes em diferentes concentrações. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas , v. 20, n. 3, p. 318-328, Dec. 2000 . Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-20612000000300008&lng=en&nrm=iso. Acesso em 08/11/2016.

CARDELLO, Helena Maria André Bolini; SILVA, Maria Aparecida A.P. da; DAMASIO, Maria Helena. Análise tempo-intensidade dos estímulos doce e amargo de extrato de folhas de estévia [Steviarebaudiana (Bert.) Bertoni] em doçura equivalente a sacarose. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas , v. 19, n. 2, p. 163-169, May 1999. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-20611999000200001&lng=en&nrm=iso. Acesso em 08/11/2016.

GOTO, Airton; CLEMENTE, Edmar. Influência do rebaudiosídeo A na solubilidade e no sabor do esteviosídeo. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, v. 18, n. 1, p. 3-6, Apr. 1998. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-20611998000100002&lng=en&nrm=iso. Acesso em 08/11/2016.